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22 de setembro de 2009

NINGUÉM PODE VER O REINO DE DEUS SE NÃO NASCER DE NOVO.

· Nosso tema faz referência ao item cinco do capítulo IV do Evangelho

· O diálogo de Jesus e Nicodemos trata da questão fundamental da reencarnação, que significa nascer em outros corpos, tantas vezes quantas forem necessárias, com a finalidade de evoluirmos.

· Quando surge um novo pregador que se diz possuidor de poderes sobrenaturais e que consegue realizar milagres, não desperta em nós interesse em conhecê-lo?

· Certamente esse foi o caso

· Naquela época o povo vivia sob o domínio político dos romanos e sob a lei dos sumos sacerdotes, carente de saúde, de conforto espiritual e de liberdade.

· Surge então um homem que se intitula filho de Deus.

· Não veio como poderoso político, mas como homem simples; que entende seu povo e, por isso, caminha junto com ele.

· E a sua fama corria.

· A notícia chega também aos ouvidos de Nicodemos, um homem extremamente culto, um grande conhecedor das escrituras sagradas e das leis de Deus, fazia parte do mais alto tribunal religioso e civil da nação judaica: o sinédrio.

· "tinham apenas exterioridades e ostentação de virtudes, mas com isso exerciam grande influência sobre o povo, passando para estes como santos personagens."

· Sentiram-se, pois, atacados por Jesus, que ensinava e vivia exatamente o contrário.

· Nicodemos, por ser pessoa ilustre, não se misturava com o povo. Isso é compreensível, pois é assim que se comportam os que possuem autoridade. Mas, isso não o impediu de ir e dialogar com Jesus.

· Reconhece que Jesus não é um homem qualquer, nem um adivinho ou charlatão, mas mestre vindo da parte de deus. À primeira vista, pois, o interesse está em confirmar a fonte do poder de Jesus. Os sinais e milagres atestam sua missão divina e a presença de deus com ele. “... Porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se deus não for com ele”.

· Jesus, porém, parece ignorar o motivo da visita e a indagação do visitante e o confronta com uma necessidade estranha aos seus ouvidos. Em vez de se deixar conduzir para o lado do sucesso e do orgulho humano, indica algo mais profundo e significativo: em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.

· Nicodemos visualizava o reino de deus em uma perspectiva mais mística, moral e religiosa demais. Provavelmente pensasse que o reino de Deus seria literalmente um sistema de governo implantado no meio de seu povo para evidenciarem externamente este reino sendo que, na verdade, este reino é invisível e se manifesta no coração, na mente e nas atitudes do ser humano.

· Se Nicodemos estava em busca de respostas para sua intimidade com Deus, a palavra de Jesus o desconcerta.

· Por estar vetado o reino dos céus àqueles que não nasceram de novo, Nicodemos ficou preocupado, uma vez que ele já era velho.

· O fariseu Nicodemos conhecia a lei: seus conceitos, seus ritos e cerimônias a respeito do lavar as mãos, das orações, dos dias que deviam ser observados, dos mandamentos, ao ser informado que não tinha direito de ver o reino de deus, deveria soar no mínimo como absurdo. Nicodemos poderia ter rejeitado de pronto a doutrina de Jesus, já que ela demonstrou que a sua condição não lhe dava direito ao reino dos céus.

· Mas, nascer de novo? Como pode isso ser possível?

· Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez? Em outras palavras: é possível começar tudo de novo?

· Fica claro que ser judeu ou gentil, ser fariseu ou de qualquer outro seguimento religioso, ser mestre ou leigo, ser juiz ou réu, não habilita ninguém a ter acesso ao reino de Deus. Antes, todos, indistintamente precisam nascer de novo.

· Esse renascimento é contínuo e não apenas após morrer e renascer em novo corpo.

· Temos, então, 365 novas oportunidades, a cada ano, para a renovação moral, para realizarmos coisas incríveis, em nós e para aqueles que estão ao nosso redor. Já imaginaram o que poderá acontecer durante toda uma existência?

· Continuamos esperando que os amigos espirituais, nossos benfeitores, realizem por nós e para nós aquilo que o comodismo não nos permite fazer. Tornamo-nos, assim, escravos de nossas próprias imperfeições

· O ensinamento de Jesus nos alerta para esse comportamento de desleixo, de descaso para com nossas obrigações diante da vida.

· A nossa negligência nos fará retornar ao corpo material, necessariamente, com cargas de trabalho muito maiores do que a que supomos ter hoje.

· A cada manhã, ao acordarmos, agradeçamos ao pai a nova oportunidade que surge, junto com o sol ou a chuva, para a nossa renovação, para o nosso renascer. Ela não acontece apenas quando retornamos ao mundo material para novas experiências e entre elas a de refazer caminhos. Ela acontece todos os dias ao renascermos para a vida.

· Trabalhemos agora, modificando atitudes, renovando propósitos, superando os obstáculos que nos cercam, antecipando, assim, a vitória sobre nós mesmos.

· Nosso tema faz referência ao item cinco do capítulo IV do Evangelho

· O diálogo de Jesus e Nicodemos trata da questão fundamental da reencarnação, que significa nascer em outros corpos, tantas vezes quantas forem necessárias, com a finalidade de evoluirmos.

· Quando surge um novo pregador que se diz possuidor de poderes sobrenaturais e que consegue realizar milagres, não desperta em nós interesse em conhecê-lo?

· Certamente esse foi o caso

· Naquela época o povo vivia sob o domínio político dos romanos e sob a lei dos sumos sacerdotes, carente de saúde, de conforto espiritual e de liberdade.

· Surge então um homem que se intitula filho de Deus.

· Não veio como poderoso político, mas como homem simples; que entende seu povo e, por isso, caminha junto com ele.

· E a sua fama corria.

· A notícia chega também aos ouvidos de Nicodemos, um homem extremamente culto, um grande conhecedor das escrituras sagradas e das leis de Deus, fazia parte do mais alto tribunal religioso e civil da nação judaica: o sinédrio.

· "tinham apenas exterioridades e ostentação de virtudes, mas com isso exerciam grande influência sobre o povo, passando para estes como santos personagens."

· Sentiram-se, pois, atacados por Jesus, que ensinava e vivia exatamente o contrário.

· Nicodemos, por ser pessoa ilustre, não se misturava com o povo. Isso é compreensível, pois é assim que se comportam os que possuem autoridade. Mas, isso não o impediu de ir e dialogar com Jesus.

· Reconhece que Jesus não é um homem qualquer, nem um adivinho ou charlatão, mas mestre vindo da parte de deus. À primeira vista, pois, o interesse está em confirmar a fonte do poder de Jesus. Os sinais e milagres atestam sua missão divina e a presença de deus com ele. “... Porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se deus não for com ele”.

· Jesus, porém, parece ignorar o motivo da visita e a indagação do visitante e o confronta com uma necessidade estranha aos seus ouvidos. Em vez de se deixar conduzir para o lado do sucesso e do orgulho humano, indica algo mais profundo e significativo: em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.

· Nicodemos visualizava o reino de deus em uma perspectiva mais mística, moral e religiosa demais. Provavelmente pensasse que o reino de Deus seria literalmente um sistema de governo implantado no meio de seu povo para evidenciarem externamente este reino sendo que, na verdade, este reino é invisível e se manifesta no coração, na mente e nas atitudes do ser humano.

· Se Nicodemos estava em busca de respostas para sua intimidade com Deus, a palavra de Jesus o desconcerta.

· Por estar vetado o reino dos céus àqueles que não nasceram de novo, Nicodemos ficou preocupado, uma vez que ele já era velho.

· O fariseu Nicodemos conhecia a lei: seus conceitos, seus ritos e cerimônias a respeito do lavar as mãos, das orações, dos dias que deviam ser observados, dos mandamentos, ao ser informado que não tinha direito de ver o reino de deus, deveria soar no mínimo como absurdo. Nicodemos poderia ter rejeitado de pronto a doutrina de Jesus, já que ela demonstrou que a sua condição não lhe dava direito ao reino dos céus.

· Mas, nascer de novo? Como pode isso ser possível?

· Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez? Em outras palavras: é possível começar tudo de novo?

· Fica claro que ser judeu ou gentil, ser fariseu ou de qualquer outro seguimento religioso, ser mestre ou leigo, ser juiz ou réu, não habilita ninguém a ter acesso ao reino de Deus. Antes, todos, indistintamente precisam nascer de novo.

· Esse renascimento é contínuo e não apenas após morrer e renascer em novo corpo.

· Temos, então, 365 novas oportunidades, a cada ano, para a renovação moral, para realizarmos coisas incríveis, em nós e para aqueles que estão ao nosso redor. Já imaginaram o que poderá acontecer durante toda uma existência?

· Continuamos esperando que os amigos espirituais, nossos benfeitores, realizem por nós e para nós aquilo que o comodismo não nos permite fazer. Tornamo-nos, assim, escravos de nossas próprias imperfeições

· O ensinamento de Jesus nos alerta para esse comportamento de desleixo, de descaso para com nossas obrigações diante da vida.

· A nossa negligência nos fará retornar ao corpo material, necessariamente, com cargas de trabalho muito maiores do que a que supomos ter hoje.

· A cada manhã, ao acordarmos, agradeçamos ao pai a nova oportunidade que surge, junto com o sol ou a chuva, para a nossa renovação, para o nosso renascer. Ela não acontece apenas quando retornamos ao mundo material para novas experiências e entre elas a de refazer caminhos. Ela acontece todos os dias ao renascermos para a vida.

· Trabalhemos agora, modificando atitudes, renovando propósitos, superando os obstáculos que nos cercam, antecipando, assim, a vitória sobre nós mesmos.

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